Viciados em Facebook: Pesquisa revela hábitos dos brasileiros na rede social

Viciados em Facebook: Pesquisa revela hábitos dos brasileiros na rede social

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Uma pesquisa nacional realizada entre os dias 27 de março a 27 de junho revela que apenas 1% dos entrevistados não possuem o aplicativo do face no Smartphone e 95% acessam inúmeras vezes ao dia. A análise foi feita pela empresa de pesquisa e monitoramento de mercado Hibou em parceria com aplicativo PiniOn com cerca de 2.362 usuários de iPhone do Brasil todo.

“Face” como te Quero

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Segundo o estudo, 78% dos entrevistados usam o Facebook para assuntos pessoais, contra apenas 1% que usam profissionalmente. “O que mais nos chamou atenção é que 95% dos usuários acessam várias vezes ao dia e apenas 48% postam conteúdo diariamente, ou seja, as pessoas gostam de estar conectadas e verem o que os amigos e conhecidos estão postando a todo momento”, diz Ligia Mello, sócia da Hibou e coordenadora da pesquisa. Já 69% responderam que costumam curtir e comentar posts durante o dia e 96% não pensam de jeito nenhum cancelar a conta do Facebook.

Zona turbulenta: Assumindo status de relacionamento no “Face”

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Quando o assunto é sobre relacionamento, enquanto alguns preferem não deixar claro, outros querem “escancarar” e mostrar que estão com seus parceiros. 38% se dizem solteiros na rede social, seguidos de 30% com relacionamento sério, 26% casados, 5% noivos e apenas 1% se diz em relacionamento enrolado. Quanto aos amigos, a média encontrada foi de 652, sendo que o mínimo foi 1 amigo e o máximo de 5000 – limite dado pela rede social. “Percebemos na pesquisa que 95% consideram o principal motivo para adicionar amigos é de poder conhecê-los fora da rede. Em segundo lugar por motivos profissionais com 44% das respostas. O curioso é que 5% admitiram que adicionam amigos para aumentarem a quantidade em seus perfis, sem se preocuparem com a origem daquele perfil”, comenta Marcelo Beccaro, sócio da Hibou e coordenador da pesquisa.

É ou não amizade?

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56% dos entrevistados responderam que retiram amigos de sua lista do perfil quando estes comentam ou postam algo ofensivo. Não conhecer bem a pessoa aparece em 2º lugar com 45% das respostas, seguido novamente de postagens agora com comentários e caráter depressivos com 32%. Apenas 18% afirmaram não terem o hábito de limparem sua lista de amizades.

Da telona para a telinha

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Já era de se esperar. Com 75% das respostas, o Smartphone e o celular são os grandes meios de acesso ao Facebook. Na sequência tem-se o laptop e o notebook com 14%, desktop com 5%, tablets 4% e 2% acessam pelo iPod touch. “Além dessa migração da telona para a telinha, vimos que 59% dos usuários consideram a rede um bom meio para lerem notícias, mesmo lendo em uma tela mais compacta”, diz Ligia. Os acessos costumam acontecer para 96% dos entrevistados quando estão em casa, seguidos de 72% que costumam acessar em locais públicos e 62% no trabalho.

Curtir ou não curtir? Eis a questão

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A pesquisa mostra que o principal motivo de curtir (like) uma página é para se manter informado sobre o assunto que a mesma representa (80%). Já a descontração com humor e entretenimento aparece em 2º com 69%, seguidos por marcas e produtos de uso cotidiano (48%). Quando estão navegando, a maioria afirmou também que clica sempre nos anúncios disponíveis contra 33% que clica de vez em quando e 8% não têm esse hábito.

“A relação das marcas com seus seguidores é cuidadosa, pois muita propaganda (22%) e conteúdo irrelevante (49%) podem fazer com que o usuário deixar de segui-la. O equilíbrio entre informações e promoções é essencial para reter esse usuário”, explica João Paulo, do PiniOn. Os demais motivos citados para deixar de seguir uma marca foram: 11% por poucas promoções e benefícios, 9% muitas publicações por dia e 9% por conteúdo repetido.

Integração Facebook e outras redes sociais

social-mediaHoje, devido às muitas opções de aplicativos, questionou-se a integração dos mesmos. 63% integram seus jogos e aplicativos dentro do Facebook. Por exemplo: 78% dos entrevistados utilizam o Instagram integrado ao Facebook. Nesta integração, 33% sempre se “loga” em sites e aplicativos com a conta do Facebook, sendo 47% às vezes, 13% raramente e só 7% nunca “logou” em outros aplicativos com a conta do Facebook.

Para o futuro: Facebook rehab?

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Quase metade dos usuários pretende se desconectar por mais tempo. Perguntamos aos entrevistados quanto ao futuro em relação ao Facebook, e 40% assumiram que querem diminuir o tempo que passam conectados. 36% inversamente preferem aumentar seu tempo conectado. Apenas 1% afirmou que pretende cancelar a conta.

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